segunda-feira, 27 de junho de 2022

5 dicas para combater a queda de cabelo no pós-parto

 A queda de cabelo depois da gravidez é normal e acontece em praticamente todas as mulheres, principalmente aquelas que estão amamentando. De forma geral, a perda dos fios pode começar por volta dos 3 meses após o nascimento do bebê e é o resultado das intensas alterações hormonais que marcam esta fase da vida da mulher.

É importante que o dermatologista seja consultado para que seja feita uma avaliação do couro cabeludo e das características da queda para que possa ser indicado tratamento adequado para combater a queda e favorecer o crescimento saudável dos fios sem que exista interferência na amamentação.

Além, disso, a alimentação saudável, rica em vitaminas e minerais também pode ajudar a diminuir a perda de cabelo, sendo recomendado consumir alimentos ricos em proteínas, vitamina A, ferro e zinco, por exemplo.

Foto Internet 

Para diminuir a queda de cabelo no pós-parto o que se pode fazer é:

1. Comer de forma variada e nutritiva


Aumentar o consumo diário de nutrientes é o segredo e por isso, a mulher deverá ter uma alimentação saudável e equilibrada, variando constantemente o cardápio. Uma boa dica é não aproveitar as sobras do almoço para o jantar. Isto vai fazer com que cada refeição seja diferente da outra, aumentando o teor nutritivo das refeições.

Você deve investir nos alimentos ricos em:

  • Proteínas como ovos, carnes, leite e iogurte;
  • Vitamina A como cenoura crua e espinafre;
  • Ferro como feijão, beterraba e salsinha;
  • Zinco como a castanha do pará.
Esses alimentos, além de nutrirem a mulher e, consequentemente, o bebê, favorecem o crescimento do cabelo e os deixam mais firmes e fortes.

2. Tomar vitaminas e sucos fortificados


Outra opção é tomar diariamente 2 copos de suco de frutas com legumes, pois é uma maneira de aportar vitaminas e minerais ao organismo para o fortalecimento e crescimento do cabelo. Boas receitas para fortalecer o cabelo são: 1 cenoura + 1 maçã + 1 colher de castanha moída e 1 cenoura com o zuco de 2 laranjas. Também é possível preparar uma vitamina com iogurte natural, papaia, abacate e 1 castanha-do-pará. 

3. Usar produtos para cabelos frágeis


Usar shampoo, condicionar e sérum para queda de cabelo, usando marcas de boa qualidade, como Klorane, Phytoervas, Kerastase ou OX, por exemplo, ajudam a reduzir a queda de cabelo no pós-parto, além de favorecer o crescimento de novos fios. Ampolas de vitamina A também podem ser usadas para manter o cabelo bonito e hidratado, no entanto, a vitamina A é mais eficaz quando é consumida em forma de alimentos.

4. Só lavar o cabelo 3 vezes por semana


Evitar lavar e escovar os cabelos mais de 3 vezes por semana ajuda a evitar a perda dos fios. Além disso, o ideal é usar sempre um pente largo para pentear o cabelo e desfazer nós.

A queda de cabelo para naturalmente, é preciso ter paciência e nesta fase aconselha-se evitar o uso de chapinhas para alisar o cabelo ou secadores, assim como permanente ou relaxamento, mesmo que não esteja amamentando, pois o fio de cabelo está mais frágil e quebradiço, necessitando de mais cuidado.

5. Tomar remédio para queda de cabelo


Por vezes, quando a queda de cabelo é muito forte e deixa até mesmo falhas no meio do cabelo, o dermatologista poderá indicar um suplemento de ferro, porque a anemia comum durante a gravidez e pós-parto também gera queda de cabelo. Além disso, o dermatologista pode indicar o uso de remédios, como o Pantogar, por exemplo.

Fonte: Tua Saúde

domingo, 26 de junho de 2022

Queda de cabelo no 1º ano pós-parto

 

Foto Arquivo Pessoal: Luisa Tavares

Uma das queixas mais comuns dos primeiros meses após nascimento do bebê é a queda de cabelo. E ela pode ser tão intensa que muitas mulheres têm a impressão que “ficarão carecas”. Calma. Não é bem assim.

O crescimento de cabelos e dos pelos aumenta durante a gravidez. O cabelo do couro cabeludo fica mais espesso, e o aparecimento de pelos finos em regiões menos usuais (como face) pode ocorrer. 

Isso acontece devido à alteração da progressão normal dos cabelos na fase do crescimento (chamado período anágeno) para a fase de repouso (chamado período telógeno) criando um aumento relativo nos cabelos. 

E essa relação se inverte no pós-parto, ou seja: há um prolongamento do período telógeno em relação ao anágeno, o que chamamos de eflúvio telógeno.

Vídeo Arquivo Pessoal: Luisa Tavares

Portanto, eflúvio telógeno é a perda de cabelo comumente observada de 1 a 5 meses após o parto. Além disso, os pêlos do couro cabeludo podem ficar finos dando a impressão de “cabelo escasso”. 

Geralmente é autolimitada com a restauração dos padrões normais de cabelo em 6 a 15 meses após o parto, mas o cabelo do couro cabeludo pode nunca ser tão denso quanto antes da gravidez.

Foto Arquivo Pessoal: Luisa Tavares

Foto Arquivo Pessoal: Luisa Tavares

Raramente, no final da gestação, o cabelo na região da testa recua em uma forma leve caracterizando a alopecia androgênica. Ela geralmente se resolve no pós-parto, mas pode persistir. 

As unhas, que também crescem mais rapidamente durante a gestação, podem sofrer transformações: criar fendas ou sulcos transversais, ocorrer a separação indolor da unha do seu leito, ficar mole ou quebradiça, ou mesmo com estrias pigmentadas. Todos esses eventos poderão regredir espontaneamente no 1º ano pós-parto.

Foto Arquivo Pessoal: Luisa Tavares

O eflúvio telógeno pode também ser causado por deficiências do organismo ou doenças (como a anemia e o hipotireoidismo, por exemplo), por isso a avaliação médica se faz importante. 

Quando a causa não pode ser identificada ou removida pode persistir por ano. Embora a calvície completa não ocorra, é motivo de ansiedade e preocupação entre as mulheres.

Vídeo  Arquivo Pessoal: Luisa Tavares

O tratamento baseia-se na reposição dos fatores identificados como deficientes. Na ausência deles, questiona-se se o uso de medicações seria eficaz. Loções aplicadas diretamente no couro cabeludo, reposição de ferro e vitaminas são medidas utilizadas na prática clinica mas sem comprovação cientifica. 

Para quem tem cabelo muito oleoso, seria importante fazer terapêuticas que reduzissem essa oleosidade para melhorar o padrão da queda. Para se dizer que um tratamento não deu resultado são necessários pelo mesmo 12 meses de uso, logo a persistência pode trazer bons resultados.


Fonte: UpToDate, 2019


sexta-feira, 24 de junho de 2022

Linguagem Internetês ou Netspeak: positivo ou negativo para nossas crianças?

 

Foto Google Imagens

O internetês ganhou força no Brasil a partir da chegada de redes sociais e bate papos como Messenger, o extinto Orkut e o Facebook. Visando agilizar a escrita, algumas palavras começaram a ser abreviadas indiscriminadamente pelos internautas. Foi assim que “você” virou “vc”, “hoje” virou “hj” e “risos” virou “rs”, por exemplo. É importante que pais e educadores garantam que as crianças aprendam o português formal e saibam quando e onde utilizar as abreviações.

Linguagem Internetês ou netspeak: positivo ou negativo para nossas crianças?

A linguagem internetês é o termo adotado para nos referirmos à linguagem utilizada por crianças e adolescentes no ambiente virtual.

Se você é um pai ou responsável por alguém nessa faixa etária já deve ter reparado algumas diferenças com relação a forma correta de escrita das palavras e aquela utilizada só na internet.

Apesar de funcionar muito bem no ambiente virtual – mesmo causando confusão em quem não está plenamente habituado a esse novo “idioma” – alguns especialistas entendem que o internetês pode trazer malefícios para o desenvolvimento linguístico.

O que é e como surgiu o internetês?

“E aí, blz? Vc pd sair hj?”. Se você entendeu o que essa frase quer dizer parabéns! Você é fluente em internetês. Também conhecido como “net speak”, esse é um novo jeito de se comunicar por escrito, mas que não é tão inocente quanto parece. Fato é que esses e outros termos passaram a ser replicados tantas e tantas vezes que ao final o que temos é uma nova linguagem capaz de comprometer a forma correta da ortografia.

Impactos no aprendizado

É inegável que a chamada net speak funciona, sim, muito bem no ambiente virtual. Com ela é possível acelerar as conversas e até tornar o papo mais descontraído e menos formal nos aplicativos de troca de mensagens. O problema é que isso pode também impactar a linguagem fora desse ambiente.

Crianças e adolescentes passam grande parte de seus dias conectados, principalmente pelos celulares. O contato com o mundo “real” está cada vez mais reduzido, o que significa que o contato com a forma correta de ortografia também é menor.

Então, para os mais jovens que estão em fase de aprendizado e fixação das normas ortográficas da língua portuguesa, o internetês pode ser um complicador em alguns casos.

Qual é o grande desafio?

Ainda que haja, sim, um certo risco, não há necessidade de alarde. Até o momento parece que jovens e crianças que crescem em meio ao internetês entendem muito bem em que ocasião podem usar essa linguagem.

No entanto, alguns alunos podem apresentar certa dificuldade em compreender textos mais complexos e também demonstram desvios na escrita. Isso pode se tornar ainda mais drástico em crianças em fase de alfabetização.

O principal motivo é o fato de que as crianças e adolescentes passam muito tempo na internet entretidos em conteúdos que não contém a forma escrita correta da nossa língua.

Dessa forma é normal que naturalizem alguns erros que se tornaram populares no ambiente digital – mas que são considerados inaceitáveis na forma culta da língua.

Dicas para evitar problemas com o internetês

Sabendo da existência dessa nova linguagem e dos impactos que ela eventualmente pode causar, pais e educadores devem estar atentos a isso.

Esses adultos têm papel fundamental na formação educacional e também podem auxiliar nesse processo de aprendizagem do português. Algumas dicas são:

Estimule a leitura:

Através da leitura tradicional, crianças e adolescentes conseguem conhecer a forma correta de escrita e se habituam com a norma ortográfica. Além disso, a leitura ajuda a ampliar o vocabulário e estimula a compreensão textual.

Conheça o universo digital:

Tanto a escola quanto os familiares também devem procurar conhecer mais sobre o ambiente virtual e consequentemente a linguagem adotada nele. Se inteirar sobre esse assunto e até mesmo demonstrar interesse por ele é importante para acompanhar o desenvolvimento de crianças e jovens.

Controle o tempo na internet:

O uso desenfreado da internet não é saudável. É importante que os pais controlem isso e incentivem seus filhos a realizarem atividades também fora desse ambiente. Além disso, é importante acompanhar e estar atento à segurança no ambiente digital.

Mas, além do controle, o mais importante é tentar sempre explicar de acordo com a faixa etária, o motivo de ser preciso deixar os dispositivos eletrônicos um pouco de lado. Quando os pequenos compreendem, fica mais fácil para eles atender sem achar que se trata de punição ou qualquer atitude nesse sentido.

Dicionário de internetês: conheça alguns termos mais famosos

Para lhe auxiliar nesse processo de familiarização com esse novo “idioma” preparamos um dicionário com alguns termos que são muito utilizados e que costumam ser bastante repetidos nos bate-papos virtuais.

  • Vc – Você;
  • Tbm – também;
  • Obg – Obrigado, obrigada;
  • Cmg – Comigo;
  • Kd – cadê;
  • Blz – beleza;
  • Hj – hoje;
  • Abç – abraço.

Na maioria das vezes, como você pode notar, o net speak é baseado em uma espécie de abreviação. Isso está diretamente ligado a agilidade que a comunicação virtual requer.

Internetês pode ser uma evolução do idioma

Além dos estudiosos e educadores que consideram o internetês um problema e até mesmo uma ameaça à educação, há também aqueles que consideram esse um processo natural e evolutivo da língua.

Quem acredita nisso alega que não falamos mais como falávamos no século XVI, por exemplo. O “vosmecê” deu lugar ao “você”, o “cousa” deu lugar à “coisa” etc. Existem inúmeros exemplos de palavras que mudaram a sua forma escrita e consequentemente falada para se adaptarem ao novo tempo.

Fato é que com a ocorrência da inclusão digital cada vez mais pessoas estão tendo contato com essa nova forma de escrever o português. Isso contribui para que o internetês se torne mais difundido e ganhe mais espaço.

Com isso, não há necessidade de olhar para essa linguagem com ódio ou total aversão. É importante, sim, entender que o internetês não deve tomar o lugar da forma culta e que o português formal ainda é fundamental.

É ou não é uma ameaça?

É importante entender que a internet cresceu e hoje requer, sim, um tipo de comunicação próprio. E ela é completamente diferente daquela que lemos nos livros ou daquela que usamos com os amigos no bar. Existe um dialeto particular para o ambiente virtual.

Portanto, ainda que seja uma linguagem esdruxula, não podemos dizer que o internetês é absolutamente errada. Se trata de uma linguagem que possui um ambiente próprio.

O importante é que as crianças e os adolescentes entendam justamente isso, que há hora e lugar certo para usar essas abreviações e que em outras ocasiões não se aplicam com a mesma naturalidade.

De qualquer forma, o internetês já é uma realidade e já faz parte do dia a dia. A tendência é que essa nova forma de comunicação se popularize ainda mais. Alertar sobre a forma correta de usá-la é missão dos pais, responsáveis e educadores.


Fonte: Grudado em Você


quarta-feira, 22 de junho de 2022

Tudo sobre Método Montessori

 

Foto Google Imagens

O método Montessori entende que a criança precisa estar segura para se desenvolver. No entanto, um ambiente projetado para adultos não é o mais acolhedor para os pequenos. Isso, de certa forma, acaba inibindo o desenvolvimento.  Podemos dizer que essa metodologia de educação é pautada em três pilares fundamentais: 

  • Ambiente adequado: A criança deve ser capaz de ir ao banheiro, beber água ou ir dormir sem ajuda de um adulto.
  • Adulto preparado: O adulto está ali para prestar ajuda, mas principalmente para estimular que a criança encontre as soluções sozinhas e de forma segura.
  • Criança equilibrada: A criança entende que é capaz de realizar algumas tarefas sem receber autorização e passa a lidar com a responsabilidade dessa liberdade.

Tudo sobre o método Montessori

O Método Montessori foi desenvolvido pela pedagoga italiana Maria Montessori e vem ganhando cada vez mais a atenção de pais e educadores. E não é para menos: o método propõe uma criação interessante e pautada em um ambiente mais acolhedor para as crianças. 

O método compreende que, embora os pais almejem criar filhos independentes e seguros o próprio ambiente em que a criança vive – no sentido de espaço físico – foi pensado e projetado apenas para adultos. 

Portanto, a criança demanda ajuda para pequenas tarefas, como deixar o próprio prato na pia da cozinha ou arrumar a própria cama. É justamente isso que o Montessori questiona e para o qual propõe algumas soluções interessantes. 

Entenda o método Montessori

O método Montessori entende que a criança precisa estar segura para se desenvolver. No entanto, um ambiente projetado para adultos não é o mais acolhedor para os pequenos. Isso, de certa forma, acaba inibindo o desenvolvimento. 

Podemos dizer que essa metodologia de educação é pautada em três pilares fundamentais: 

Ambiente adequado:

O ambiente adequado é aquele que não somente garante o bem-estar emocional, mas que também estimula a independência. A criança deve ser capaz de ir ao banheiro, beber água ou ir dormir sem ajuda de um adulto. 

Uma dica importante aqui é que esse ambiente deve também estimular a calma em detrimento da excitação. Por isso, cores neutras e menos chamativas e ambientes silenciosos e acolhedores são parte crucial da filosofia Montessori. 

Adulto preparado:

O adulto que convive com essa criança precisa se preparar para lidar com ela e identificar as suas demandas. Ele está ali para prestar ajuda, mas principalmente para estimular que a criança encontre as soluções sozinhas e de forma segura. 

Criança equilibrada:

A tendência natural é que a criança que cresce em um ambiente Montessori desenvolva melhor o seu autocontrole e até mesmo autodisciplina e confiança. Afinal, ela entende que é capaz de realizar algumas tarefas sem receber autorização e passa a lidar com a responsabilidade dessa liberdade. 

É importante entender isso, pois, diferentemente do que algumas pessoas imaginam, não basta colocar escadinhas de acesso em todo canto para que a criança consiga realizar pequenas tarefas. 

Os adultos que convivem com ela também precisam estar dispostos a abrir mão de algumas comodidades do dia a dia que podem, de alguma forma, prejudicar a aplicação da metodologia. 

Principais dicas para implantar o método Montessori em casa

Se você ficou interessado em implantar o Método Montessori em casa, existem alguns primeiros passos que são fundamentais. No entanto, a adaptação total ao método leva tempo, já que os pais vão se acostumando aos poucos a tornar a casa mais funcional para a criança. 

Eleve a criança ou traga o mundo para o chão:

Uma das maiores dificuldades dos pequenos para lidar com o dia a dia em casa tem relação com a altura das coisas. Por isso, o primeiro passo da adaptação é justamente tornar isso acessível para as crianças. 

O mais acessível é usar banquinhos em que a criança possa subir para alcançar. Eles devem ser resistentes e possuir proteção contra queda. 

Outra opção – essa um pouco mais custosa – é de fato pensar em uma casa adaptada, com pias mais baixas, vaso sanitário na altura da criança etc. 

Utensílios seguros:

Na cozinha você também pode encontrar uma série de utensílios que são seguros para os pequenos. Uma faca sem ponta, ou um espremedor de frutas não elétrico, por exemplo, podem ajudar os pequenos na participação das tarefas. 

Reduza o uso de tela:

Quando falamos em reduzir o uso de telas no método Montessori não nos referimos somente as crianças. Os pais precisam ser os exemplos dos pequenos. 

Isso quer dizer que os próprios pais devem diminuir o uso de dispositivos como celular, televisão ou computador, ao menos quando estiverem na presença da criança. 

O mesmo vale para brinquedos que são eletrônicos, cheios de luzes e efeitos. O ideal é que os pequenos sejam postos em contato com coisas mais simples, como blocos de montar, brinquedos de madeira, bonecos e bonecas de pano etc. 

Coloque os itens das crianças em locais acessíveis

Para muitos pais há certo receio em deixar as coisas ao alcance dos pequenos. No entanto, o processo de aprendizagem também envolve essa consciência de que as coisas estão ali para serem usadas e guardadas. 

Uma ideia interessante é deixar os itens seguros para os pequenos acessíveis. Por exemplo, os pratos e os talheres da própria criança podem ficar na parte debaixo do armário, de modo que ela possa pegar sozinha na hora das refeições. 

A mesma dica funciona quando falamos de geladeira. Coisas que a criança pode comer durante o dia em suas refeições, como iogurtes e frutas, devem ficar ao alcance. 

Principais benefícios do Método Montessori

Os benefícios do método Montessori, também conhecido como método Montessoriano, são diversos. Todos eles são a respeito do desenvolvimento da criança e dos sensos de responsabilidade e participação na rotina da casa.

 Identificação de limites:

A criança começa a identificar por conta própria os limites e até a desenvolver mais o seu senso de autocuidado e responsabilidade. Afinal, tendo acesso as coisas ela passa a controlar melhor o impulso de pegar tudo. 

Identificar capacidades e habilidades próprias:

A criança se sente mais livre para criar e exercitar a criatividade. O método Montessori ajuda muito nesse aspecto e acaba auxiliando no desenvolvimento dos pequenos. 

Desenvolver ordem, coordenação e concentração:

Deixar a criança ter acesso as coisas, aos objetos e a participar das atividades da casa é fundamental para um desenvolvimento saudável e para a sensação de pertencimento, ordem e cuidado com a casa. 

Nesse pacote podemos inserir a coordenação e a concentração como outros pontos a serem aprimorados conforme a criança consegue se locomover e interagir mais facilmente com o ambiente. 

Estimular a independência e a criatividade:

Criar filhos criativos e independentes é uma missão complexa. Mas quando você permite que as crianças se movimentem livremente e garante a elas a segurança e o acesso para novas descobertas dentro de casa, você consegue auxiliar isso. 

Efeitos Montessori na vida adulta

O mais importante e interessante a respeito do Método Montessori é que seus efeitos não se limitam a infância. Na verdade, crianças educadas a partir dessa metodologia tendem a colher seus frutos pelo resto da vida. 

Na fase adulta, essas pessoas podem demonstrar maior facilidade em tomar decisões e se mostrarem mais responsáveis e capazes de atingir seus objetivos pessoais e profissionais. 

Segundo o pediatra Steve Hughes, o método por si só estimula o desenvolvimento cerebral e pode expandir o desenvolvimento. Isso forma adultos mais conscientes e com algumas características comportamentais importantes, tais como: 

  • Capacidade de tomar decisão;
  • Liberdade;
  • Senso de justiça;
  • Criatividade;
  • Independência;
  • Controle do corpo;
  • Autocrítica.

Por isso que o método Montessori não é apenas bom para a própria infância, que será regada de criações e boas memórias, mas também para uma vida adulta mais feliz e com potencial de grandes realizações pessoais.


Fonte: Grudados em Você


segunda-feira, 6 de junho de 2022

A importância da paternidade

 Ser um pai presente durante a gestação e o período de criação é fundamental. A paternidade deixou de ser entendida só como uma figura provedora responsável de fornecer um lar seguro e alimentação para passar a ser um eixo fundamental dentro do desenvolvimento familiar. 

Foto arquivo pessoal

Isto faz muito bem aos homens, porque lhes permite relaxar e expressar seus sentimentos acerca da gestação, o que é que eles pensam a respeito disso e quais são suas principais dúvidas. Isto permitirá dissipar essas dúvidas à medida que as comentam com seus amigos que já são pais ou inclusive com o ginecologista que está atendendo a sua parceira.

Além disso, poderão saber quais expectativas deveriam ter sobre os momentos mais importantes do período de gestação, parto e lactância e quais desafios vêm pela frente.

De fato, um pai que se ocupa ativamente da criação ajudará o casal a sentir-se mais junto no momento de enfrentar todas as situações novas que acarreta o fato de ter um filho.

Foto arquivo pessoal

Também é lógico que o pai sinta a necessidade de expressar aquilo que está sentindo, à medida que passam os meses e o nascimento do bebê se aproxima. É importante que eles se permitam expressar tanto os sentimentos de vulnerabilidade como os de felicidade. Isto fixará as bases para ser um pai mais ativo.

Pai, nunca esqueça de que, inclusive antes de nascer, seu filhinho precisa realmente que você esteja presente a todo o momento, porque você é uma pessoa importante na vida dele e ficar com você é reconfortante e tranquilizador para ele.

Foto arquivo pessoal

Dê-se o tempo para compartilhar com calma e em total tranquilidade com seu bebê, o qual será obviamente uma forma eficiente de demonstrar o carinho que sente por ele.

Por exemplo, você pode participar na alimentação do filhinho quando ele já toma sua mamadeira, já que uma prática tão simples como está lhe permitirá estabelecer fortes e permanentes vínculos com seu bebê.

Foto arquivo pessoal

Embora não acredite nem seja um costume muito enraizado em nossa sociedade, é bom saber que um pai pode ser a pessoa que se encarregue do bebê a maior parte do tempo, como acontece com algumas famílias que escolhem essa situação.

Tente ver a paternidade como um papel no qual você melhora à medida que explora as possibilidades que existem quanto aos tipos de criação e relacionamento pai-filho. Uma boa forma de avançar neste tipo de conhecimento é tomar as experiências positivas de sua história familiar e enriquecê-las de maneiras em que, talvez, seus pais, devido a que viveram em outra época, jamais teriam pensado nelas.

Lembre-se de que ser pai é algo que você aprende com a prática, quanto mais tempo dedicar ao seu bebê, mais rápido aprenderá a detectar quais são suas necessidades. Uma boa alternativa para isso é que, de vez em quando, você fique a sós com ele no quarto para observar seu comportamento cuidadosamente.

Fonte: Pesquisa Internet!


sexta-feira, 3 de junho de 2022

Depressão pós parto

 Depois da gravidez, chega uma etapa inacreditavelmente feliz, mas que pode ser desgastante para a mãe. De repente, tudo muda e você tem que se adaptar a novas situações para as quais não está preparada. Também tem que somar as mudanças hormonais e os nervos por ter que enfrentar uma situação totalmente desconhecida. Inclusive estando preparada e já sendo uma mãe experimente, pode ser muito intenso e esmagador.

A depressão pós-parto é um dos problemas mais frequentes de saúde mental depois do parto. Trata-se de um transtorno anímico na mulher depois de ter dado à luz e está presente em entre 10% e 20% das mulheres.

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A primeira coisa que você deve saber é que se, depois de ter seu bebê, você ficou triste, sensível demais ou fisicamente esgotada, seu apetite e sono mudaram e acha difícil se concentrar, é necessário consultar seu médico para que ele decida se você padece de depressão pós-parto. Se assim for, comece o mais rápido possível um tratamento.

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Sintomas


  • Tristeza.
  • Irritabilidade.
  • Hipersensibilidade.
  • Vulnerabilidade.
  • Choro por qualquer motivo.
  • Fadiga física.
  • Desânimo.
  • Falta de energia.
  • Alterações do sono e do apetite.
  • Dificuldade para se concentrar.
  • Perda de interesse ou satisfação em quase todas as atividades.
  • Ideias irracionais sobre sua incapacidade de assumir as responsabilidades frente a seu filho.
  • Delega suas responsabilidades com grande sentimento de culpa.

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A tristeza é, com certeza, o sintoma mais frequente. A irritabilidade pode acompanhar a tristeza. A irritabilidade pode estar direcionada para seus outros filhos e inclusive para o recém-nascido, embora a maioria das vezes o parceiro seja o foco dos episódios de irritabilidade, já que é comum que ele não entenda o que está acontecendo.

Todas as mães de primeira viagem se sentem um pouco cansadas e esmagadas, mas a mãe com depressão pós-parto sente tanto cansaço que chega a pensar que padece alguma doença física. Terá dificuldade para conciliar o sono ou acordar muito cedo, embora seu parceiro se ocupe de alimentar o bebê durante a noite.

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As mães deprimidas geralmente não têm vontade de comer, o qual contribui ao mau humor e à fadiga. Elas têm a sensação de não ter tempo para nada, de não fazer bem as coisas e de não poder remediar isso. Para estas mães é realmente difícil estabelecer novas rotinas para lidar com o bebê e com a nova situação que atravessam.

O que pode ser feito?


Não tente ser uma supermulher: ter um filho é uma tarefa muito exigente. Reduzir os compromissos e exigências ajudará a que você tenha mais tempo para focar-se naquilo que está sentindo e está acontecendo ao seu redor. Caso você trabalhe, certifique-se de comer de forma suficiente e com regularidade.

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Aproveite qualquer oportunidade para descansar. Aprenda a dar pequenas cochiladas e a dedicar um momento do dia para focar em você mesma. Foque em seu bem-estar, ainda que sejam alguns poucos minutos.

Procure apoio nos amigos que estão esperando um filho ou que tenham sido pais recentemente. Entre outras coisas, isso outorgará a possibilidade de compartilhar experiências e de pedir ajuda quando for necessário.

Tente manter uma rotina na qual consiga realizar exercícios, como caminhar e outras atividades de lazer, embora sejam alguns minutos. Manter certas coisas sob controle ajudará a que você possa focar naquelas coisas que possam aparentar estar descontroladas.

Fonte: Pesquisa Internet!

quarta-feira, 1 de junho de 2022

O primeiro dia com seu bebê

 Com certeza, você está impaciente para conhecer seu bebê e saber o que ele fará quando a veja. A seguir, você encontrará algumas ideias de como pode ser este encontro e saber o que esperar dele.

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Geralmente, um recém-nascido é muito pequeno e seus traços estão pouco definidos, devido ao parto. Por exemplo, sua cabeça pode estar levemente pontiaguda e ser maior que o resto do corpo.

Também é possível que a criança tenha um aspecto encolhido, devido a ter estado 9 meses nessa posição dentro do útero. À medida que crescer, suas extremidades se verão normais e suas unhas ficarão mais duras.

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A respeito da pele, é muito provável que tenha uma cor roxa. Também é possível que ele esteja recoberto de uma substância sebácea branca (vérnix caseoso), que protege a pele do bebê do contato com o líquido amniótico quando ele esteve dentro do útero.

Esta substância sai com o primeiro banho. Também pode ser que a pele dele esteja enrugada ou que tenha uma espécie de pelo suave, chamada de lanugo (pelinhos muito finos que crescem no feto quando está dentro do útero) e que desaparece em 1 ou 2 semanas.

Arquivo Pessoal

Às vezes, acontece que os recém-nascidos têm erupções, manchas vermelhas ou brancas durante os primeiros dias de vida. O doutor o examinará para garantir que qualquer mancha ou erupção seja normal.
Depois de algumas semanas, o bebê se verá muito diferente. Seus braços e pernas se estenderão e mudará o tom da pele.

A respeito de seu comportamento, o mais provável é que ele observe tudo. Pouco depois de nascer, ele abrirá seus olhos e começará a estudar os rostos de seus pais. Inclusive pode se movimentar quando reconheça certas vozes.

Arquivo Pessoal

Lembre-se de que já pode utilizar seus sentidos, incluindo o olfato e o tato, o qual fortalecerá o vínculo com você. Ele chorará, dormirá e a olhará fixamente.

No começo, sua vista é turva, mas é capaz de identificar os rostos. Também pegará seu dedo e procurará seu peito.

Este estado de alerta será seguido por um sono de umas 24 horas. Você deve acordá-lo para alimentá-lo a cada 2 ou 3 horas, assim ele ficará acostumado a amamentar. Além disso, estará fomentando a subida do leite.

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Quanto a seus sentimentos, você ficará impressionada com a chegada de seu bebê. Isto envolve uma mudança de vida tão grande que pode experimentar diversos sentimentos, como temor e felicidade. Leve em conta que as mudanças de humor podem ser repentinas e imprevisíveis. Além disso, você se sentirá esgotada física e emocionalmente.

Cada caso é diferente. Você pode esquecer tudo ao ver seu bebê, como também pode sentir ansiedade, tristeza ou até depressão pós-parto. É fundamental que comunique suas emoções a um profissional para que possa ajudá-la.


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Quando os amigos e a família forem visitá-la, é bom que mantenha este primeiro dia o mais simples possível. Alguns amigos ou familiares podem se comunicar com os demais, para que você possa descansar com seu bebê.

Também deve se preocupar para que o ambiente seja agradável, portanto, é bom restringir as visitas aos mais próximos, sobretudo à família, para que criem laços com o bebê. Não se esqueça de que se muitas pessoas entram no quarto, elas podem passar alguma infecção ou doença. Por isso, deve garantir que os visitantes não estejam doentes e que lavem suas mãos antes de tocar o bebê.

Aproveite desde o primeiro dia para conhecer seu bebê e desfrutá-lo, já que começa uma fase completamente nova.

Fonte: Pesquisa na Internet!

5 dicas para combater a queda de cabelo no pós-parto

  A queda de cabelo depois da gravidez é normal e acontece em praticamente todas as mulheres, principalmente aquelas que estão amamentando. ...